terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Dores de meu povo [Autor(a): Cledi Martins]


As dores do nosso povo
Eu aqui quero expor,
não fala da dor do amor,
Mas, da dor, do corpo, da alma,
Dor que todo mundo sente,
Dor que sempre esta presente,
Dor que nunca se acalma.

Dor de ver o povo sofrido,
Sem trabalho, sem salario
Dor do explorado operario,
Dos sem teto, sem terra, sem pão,
Um povo sem esperança,
Pois ja perdeu a confiança,
Em quem governa esta nação

Dor de ver a classe pobre,
Gente simples, de valor,
Povo honesto, trabalhador,
Mas com pouco sense critico,
De eleição em eleição,
Pôr seu futuro nas mãos,
De promessas de políticos.

Dor de ver este país,
De um povo sem memória,
Podendo mudar sua história,
Participar, mudar, decidir,
Pelo voto livre e consciente,
Mas prefere pacientemente,
Em berço explendido dormir.

Dor de ver tantos menores,
Nas ruas passando fome,
Inocentes sem rosto e sem nome,
Sem futuro, sem escola,
Ser lixo da sociedade,
Alvo de tantas maldades,
Nas ruas peddindo esmola.

Dor de ver idoso esquecido,
Crianças ser maltratadas,
Mulheres ser explçoradas,
Vitimas de preconceito.
Dor de ver a juventude,
Perdendo o viço, a saúde,
Da liberdade, o direito.

Dor da pobre mãe que chora,
Que aflita se desespera,
Quando na fila de espera,
O filho em seus braços morre,
Dor de ver a indiferença,
Dor de ver tanta paciencia
Dor da consciência que dorme.

Dor de ver a nossa terra,
De riqueza sem igual,
Sua beleza natural,
Por egoismo e ganancia,
Aos poucos ver destruida,
Dor da Mãe Patria ferida
Pelas mãos da ignorancia.

Dor de ver esta nação,
Abençoada por Deus,
Ter que ver os filhos seus,
Ja quase sem esperança,
Lutando pra sobreviver,
Uns não tem oque comer
Outros vivem na abundância

Dor de quem não mais aguenta,
Ver a Mãe Patria ultrajada,
Por estrangeiros exploradas,
Nossas riquezas naturais,
Dor de tantos preconceitos,
Dor de ver nossos direitos,
Só no papel serem ioguais.

Tanta maldade e injustiça,
Tanto crime fica impune,
Desta dor ninguem é imune.
Dor de ver moço e bandido
O mal e o bem se confundir,
Dor de não poder distinguir
Quem pune de quem é punido.

Dor de ver este país
Que tem tudo pra dar certo,
Nas mãos de alguns espertos
Que roubam nossa nação,
Gente sem dignidade,
No país da impunidade,
Mestres da corrupção.

Dor que só se acalma
Por este país tanto amar,
Por ainda poder sonhar,
Em ver cidadãos por inteiro,
Vivendo com dignidde,
Com justiça e igualdade,
Tendo orgulho em ser brasileiros.

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